Paciente de 12 anos de idade apresenta diagnóstico de paralisia cerebral atetoide tetraparética com componente espástico. Recebeu o diagnóstico aos 18 meses em função de uma ressonância magnética e da avaliação clínica, que identificou lesão possivelmente relacionada à asfixia perinatal. Frequenta uma escola especial e, segundo avaliação fonoaudiológica, apresenta as seguintes características: hipertonia dos órgãos fonoarticulatórios, dificuldade no controle de sialorreia, incoordenação de mastigação e deglutição. Com relação à linguagem, a criança compreende o que lhe é dito, mas utiliza-se apenas de gestos indicativos e da sucessão sonora do “o” para a sua comunicação. Qual conduta terapêutica seria recomendável para o tratamento do paciente?
Paciente de 12 anos de idade apresenta diagnóstico de paralisia cerebral atetoide tetraparética com componente espástico. Recebeu o diagnóstico aos 18 meses em função de uma ressonância magnética e da avaliação clínica, que identificou lesão possivelmente relacionada à asfixia perinatal. Frequenta uma escola especial e, segundo avaliação fonoaudiológica, apresenta as seguintes características: hipertonia dos órgãos fonoarticulatórios, dificuldade no controle de sialorreia, incoordenação de mastigação e deglutição. Com relação à linguagem, a criança compreende o que lhe é dito, mas utiliza-se apenas de gestos indicativos e da sucessão sonora do “o” para a sua comunicação. Qual conduta terapêutica seria recomendável para o tratamento do paciente?
- Introdução do Sistema de Comunicação Suplementar e(ou) adoção de alternativa terapêutica que substitua a fala, pois a criança não tem possibilidade de comunicar-se.
- Produção de vocalizações de sons para que a comunicação possa ocorrer por meio de diferentes entonações vocais.
- Encaminhamento para avaliação da fase faríngea da mastigação com uso de videofluoroscopia.
- Utilização de treinamento de vocabulário básico para efetivar a comunicação por meio da repetição de um grupo de palavras do mesmo campo semântico.
- Uso de bandagem elástica na região do músculo orbicular da boca para potencializar a terapia miofuncional com o objetivo de favorecer o controle de saliva.