Alternativa A - Porque pode-se constatar que um metal, ao ser aquecido, tem sua massa aumentada, não diminuída.
Para compreender por que a Teoria do Flogisto foi abandonada, precisamos analisar a lógica dessa teoria antiga e como ela entrou em conflito com a química moderna.
A teoria do flogisto, proposta por Georg Ernst Stahl no século XVIII, afirmava que todos os materiais combustíveis continham uma substância hipotética chamada flogisto. De acordo com esse modelo:
- Quando algo queima, ele libera o flogisto no ambiente.
- Portanto, após a queima, o material restante deveria pesar menos (perda de massa).
No entanto, o químico francês Antoine Lavoisier realizou experimentos rigorosos que contradisseram essa ideia:
- Ele observou que, ao aquecer metais (como estanho ou chumbo) até transformá-los em cinzas ou calces (óxidos), a massa desses resíduos era maior do que a do metal original.
- Isso indicava que o metal havia se combinado com algo do ar (o oxigênio), ganhando peso, e não perdendo matéria.
Análise das Alternativas
- Alternativa A (Correta): Descreve exatamente a evidência experimental que destruiu a teoria. Se o metal ganha massa ao queimar, ele não está "perdendo flogisto", mas sim ganhando outra substância.
- Alternativa B (Incorreta): Afirma que o metal não poderia ser queimado, o que é fisicamente falso (metais reagem com oxigênio).
- Alternativa C (Incorreta): Também nega a possibilidade de queima ou aumento de massa, ignorando os fatos químicos.
- Alternativa D (Incorreta): Esta opção descreveria o que a teoria do flogisto previa (perda de massa), mas não o que realmente acontece na realidade.
Em resumo, a descoberta de que a massa aumenta durante a calcinação dos metais provou que a combustão é uma reação de combinação com o oxigênio, e não uma liberação de flogisto.