Sobre a Parada Cardiopulmonar (PCR) e Reanimação Cardiopulmonar (RCP) em pediatria, assinale a afirmação INCORRETA. Em crianças, a Reanimação Cardiopulmonar (RCP) deve ser feita com compressões torácicas e ventilações, numa proporção de 30:2 se houver apenas 1 socorrista. Caso haja dois ou mais socorristas, a proporção passa a ser de 15:2. No caso de PCR, o socorrista deve sempre solicitar o Serviço Médico de Emergência ou gritar por socorro primeiramente e, posteriormente, iniciar a Reanimação Cardiopulmonar. Quando disponível, o desfibrilador externo automático (DEA) deve ser utilizado imediatamente, permitindo a melhora no resultado do atendimento à RCP. Quando disponível, o desfibrilador externo automático (DEA) deve ser utilizado após cinco minutos de Reanimação Cardiopulmonar (RCP) com compressões e ventilações na proporção de 15:2 com 1 socorrista ou 30:2 com 2 ou mais socorristas. Recomenda-se que a profundidade da compressão torácica em um indivíduo na puberdade seja de 5 cm e, em bebês (exceto recém-nascidos), seja de 4 cm, permitindo o retorno do tórax entre as compressões.
Questão 2
Sobre a Parada Cardiopulmonar (PCR) e Reanimação Cardiopulmonar (RCP) em pediatria, assinale a afirmação INCORRETA.
Em crianças, a Reanimação Cardiopulmonar (RCP) deve ser feita com compressões torácicas e ventilações, numa proporção de 30:2 se houver apenas 1 socorrista. Caso haja dois ou mais socorristas, a proporção passa a ser de 15:2.
No caso de PCR, o socorrista deve sempre solicitar o Serviço Médico de Emergência ou gritar por socorro primeiramente e, posteriormente, iniciar a Reanimação Cardiopulmonar.
Quando disponível, o desfibrilador externo automático (DEA) deve ser utilizado imediatamente, permitindo a melhora no resultado do atendimento à RCP.
Quando disponível, o desfibrilador externo automático (DEA) deve ser utilizado após cinco minutos de Reanimação Cardiopulmonar (RCP) com compressões e ventilações na proporção de 15:2 com 1 socorrista ou 30:2 com 2 ou mais socorristas.
Recomenda-se que a profundidade da compressão torácica em um indivíduo na puberdade seja de 5 cm e, em bebês (exceto recém-nascidos), seja de 4 cm, permitindo o retorno do tórax entre as compressões.