J.D.E., 70 anos, sexo masculino deu entrada na emergência com queixa de falta de ar, com piora há 1 hora. Paciente refere dispneia aos grandes esforços, evoluindo para aos médios esforços e, no momento, ao repouso. Em associação, relata que não tolera o decúbito dorsal e tosse seca há 4 meses, principalmente à noite e ao deitar-se. O mesmo relata que é portador de insuficiência cardíaca congestiva. O paciente está apresentando sinais de edema pulmonar agudo. Qual é a sequência correta de ações que deve ser tomada para manejar essa situação crítica, considerando as melhores práticas de enfermagem? Marque a alternativa correta: Opção A Administrar oxigênio, posicionar o paciente sentado, monitorar sinais vitais e preparar para administração de diuréticos conforme prescrição médica. Opção B Iniciar reanimação cardiopulmonar, independente dos sinais vitais, e administrar anti-hipertensivos para reduzir a carga de trabalho do coração. Opção C Aplicar calor local para reduzir o desconforto torácico, evitar administração de oxigênio para não sobrecarregar a função pulmonar e aguardar avaliação médica. Opção D Restringir fluidos imediatamente, deitar o paciente para aumentar o conforto e monitorar apenas a frequência respiratória.
Pergunta 3
J.D.E., 70 anos, sexo masculino deu entrada na emergência com queixa de falta de ar, com piora há 1 hora. Paciente refere dispneia aos grandes esforços, evoluindo para aos médios esforços e, no momento, ao repouso. Em associação, relata que não tolera o decúbito dorsal e tosse seca há 4 meses, principalmente à noite e ao deitar-se. O mesmo relata que é portador de insuficiência cardíaca congestiva. O paciente está apresentando sinais de edema pulmonar agudo. Qual é a sequência correta de ações que deve ser tomada para manejar essa situação crítica, considerando as melhores práticas de enfermagem? Marque a alternativa correta:
Opção A
Administrar oxigênio, posicionar o paciente sentado, monitorar sinais vitais e preparar para administração de diuréticos conforme prescrição médica.
Opção B
Iniciar reanimação cardiopulmonar, independente dos sinais vitais, e administrar anti-hipertensivos para reduzir a carga de trabalho do coração.
Opção C
Aplicar calor local para reduzir o desconforto torácico, evitar administração de oxigênio para não sobrecarregar a função pulmonar e aguardar avaliação médica.
Opção D
Restringir fluidos imediatamente, deitar o paciente para aumentar o conforto e monitorar apenas a frequência respiratória.