Alternativa A
A questão aborda conceitos fundamentais de genética, especificamente sobre organismos diplóides e a teoria dos alelos múltiplos. O objetivo é distinguir entre a diversidade alélica na população e a constituição genética de um indivíduo.
Em espécies diplóides, cada célula somática possui dois conjuntos de cromossomos ($2n$). Isso significa que os cromossomos vêm em pares homólogos. Para qualquer característica específica (locus gênico), existem apenas dois sítios disponíveis para receber alelos: um em cada cromossomo do par.
Portanto, mesmo que existam muitas variações desse gene na população total (os chamados alelos múltiplos), um único organismo só pode herdar e carregar no máximo dois desses alelos simultaneamente.
Analise
- Conceito de Espécie Diploide: Indivíduos diplóides possuem duas cópias de cada cromossomo autossômico. Logo, possuem dois alelos para cada gene.
- Alelos Múltiplos: Refere-se à existência de mais de dois alelos para um mesmo gene na população (neste caso, 4 variantes possíveis). Não se refere ao número de alelos dentro de um único corpo.
- Herança Mendeliana: Cada progenitor contribui com um alelo. A soma máxima possível para o descendente é $1 + 1 = 2$.
| Nível | Quantidade de Alelos Possíveis | Explicação |
|---|
| População | 4 | Existem 4 tipos diferentes de alelos circulando na espécie. |
| Indivíduo | 2 | Um organismo tem apenas dois cromossomos homólogos. |
Conclusão: Como o organismo é diploide, ele possui apenas dois cromossomos homólogos para aquele par de genes. Assim, o número máximo de alelos que um indivíduo pode apresentar é 2.