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História Geral Múltipla Escolha

Artigo 1º Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundar-se na utilidade comum. Considerando o fragmento acima e a situação anterior à Revolução Francesa, é possível afirmar que:

Artigo 1º Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundar-se na utilidade comum.

Considerando o fragmento acima e a situação anterior à Revolução Francesa, é possível afirmar que:

  1. havia a defesa da diferença pelo nascimento, algo que já existia antes da Revolução Francesa.
  2. a igualdade perante a lei estabelecia impedimento a qualquer distinção social tanto antes quanto depois da Revolução Francesa.
  3. havia uma crítica à sociedade estamental e a defesa do mérito para distinção social.
  4. o critério de posição social vinculado à ancestralidade é defendido pelos revolucionários opondo-se ao critério do mérito preexistente.
  5. o critério de distinção social não foi alterado com a declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, pois já existia em função da utilidade comum.

Resolução completa

Explicação passo a passo

C
Alternativa C

Alternativa C

O texto apresentado corresponde ao Artigo 1º da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, proclamada em 1789, durante a fase inicial da Revolução Francesa.

Este documento representa um marco na ruptura com os princípios do Antigo Regime, estabelecendo a igualdade jurídica e negando privilégios de nascimento.

Análise Histórica

Antes da Revolução, a França vivia sob o sistema chamado Antigo Regime. A sociedade era dividida em três estados: Clero, Nobreza e Terceiro Estado.

  • Critério de Posição: A posição social dependia quase exclusivamente do nascimento (linhagem e sangue).
  • Privilégios: Nobres e clérigos tinham isenções fiscais e direitos exclusivos.
  • Igualdade: Não existia; cada estado tinha leis e impostos diferentes.

A frase "As distinções sociais só podem fundar-se na utilidade comum" propõe uma mudança radical:

  • O fim das distinções baseadas no sangue.
  • A valorização do mérito e da contribuição para a sociedade (utilidade comum).

Análise das Alternativas

  • A) INCORRETA. O texto defende a igualdade, não a diferença pelo nascimento. Essa era a realidade anterior, mas não a proposta do documento.
  • B) INCORRETA. Antes da Revolução, não havia igualdade perante a lei. Existiam leis diferentes para nobres e plebeus.
  • C) CORRETA. O texto critica diretamente a sociedade estamental (baseada em nascimentos) e sugere que as distinções devem vir do serviço ou talento (mérito), atendendo à "utilidade comum".
  • D) INCORRETA. Os revolucionários se opunham à ancestralidade como critério de posição social. Eles defendiam o mérito.
  • E) INCORRETA. O critério foi alterado. Passou-se de privilégio hereditário para utilidade pública e igualdade de direitos.

Conclusão

A alternativa correta é a C. Ela identifica corretamente o propósito do documento: derrubar a estrutura feudal baseada no nascimento e instituir uma nova ordem onde o valor do indivíduo depende de sua capacidade e contribuição para a coletividade.

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