14 Como a “Teoria Deflacionária da Verdade”, apresentada inicialmente por Frege, ao mesmo tempo que contorna os problemas e/ou limitações do correspondentismo e do coerentismo, torna a Verdade um termo sem relevância significativa? 15:Qual é a definição de Argumento? 16 O que faz com que um argumento seja bom? 17 O que é um argumento Dedutivo? 18 Explique os critérios de Validade e Solidez de um argumento. 19 Um argumento pode ser válido, mas não ser sólido? Pode ser inválido, mas ser sólido? 20 Por que é importante ser capaz de avaliar a validade e a solidez de um argumento na análise filosófica? 21 O que significa raciocinar falaciosamente? 22 Em que consiste Falácias intencionais? 23 Apresente exemplos (diferentes daqueles citados pelo autor) que ilustrem os seguintes casos de falácias intencionais:
14 Como a “Teoria Deflacionária da Verdade”, apresentada inicialmente por Frege, ao mesmo tempo que contorna os problemas e/ou limitações do correspondentismo e do coerentismo, torna a Verdade um termo sem relevância significativa?
15:Qual é a definição de Argumento?
16 O que faz com que um argumento seja bom?
17 O que é um argumento Dedutivo?
18 Explique os critérios de Validade e Solidez de um argumento.
19 Um argumento pode ser válido, mas não ser sólido? Pode ser inválido, mas ser sólido?
20 Por que é importante ser capaz de avaliar a validade e a solidez de um argumento na análise filosófica?
21 O que significa raciocinar falaciosamente?
22 Em que consiste Falácias intencionais?
23 Apresente exemplos (diferentes daqueles citados pelo autor) que ilustrem os seguintes casos de falácias intencionais:
- Falsa dicotomia ou falso dilema.
- A Falácia do argumento de autoridade.
- Ataque à pessoa.
- Tu também.
- Doisladismo narrativo e o doisladismo de isenção.
- O autor afirma que “ Estratégias que visam a desinformação e o desvio da atenção da audiência não são tipicamente classificadas como falácias, De certo modo, podemos aproximá-las das falácias tradicionais (...). A diferença é que, diferentemente de falácias, recursos desse tipo têm como objetivo principal incumbir o interlocutor de novos encargos conversacionais. O que significa essa última?
25 O ponto de partida para entendermos como a lógica opera é a ideia de que temos uma intuição, uma disposição confiável, para reconhecer bons argumentos. Será mesmo que essa intuição é confiável na maior parte dos casos? O que os exemplos descritos pelo autor indicam?
26 O que é Eurística? Qual sua relação com Vieses Cognitivos?
27 Há um consenso devemos evitar vieses, seja na prática científica, seja no nosso dia-a-dia, embora nem sempre seja fácil. Explique e exemplifique as seguintes situações que estamos sujeitos a ser submetidos:
- Viés de confirmação
- Câmara de Eco
- Viés de retrospectiva
- Viés das mãos quentes
- Viés do jogador
- Efeito de Dunning–Krueger
28 Qual é, afinal de contas, a fonte da normatividade da lógica?
- Falsa dicotomia ou falso dilema.
- A Falácia do argumento de autoridade.
- Ataque à pessoa.
- Tu também.
- Doisladismo narrativo e o doisladismo de isenção. 24) O autor afirma que “ Estratégias que visam a desinformação e o desvio da atenção da audiência não são tipicamente classificadas como falácias, De certo modo, podemos aproximá-las das falácias tradicionais (...). A diferença é que, diferentemente de falácias, recursos desse tipo têm como objetivo principal incumbir o interlocutor de novos encargos conversacionais. O que significa essa última? 25 O ponto de partida para entendermos como a lógica opera é a ideia de que temos uma intuição, uma disposição confiável, para reconhecer bons argumentos. Será mesmo que essa intuição é confiável na maior parte dos casos? O que os exemplos descritos pelo autor indicam? 26 O que é Eurística? Qual sua relação com Vieses Cognitivos? 27 Há um consenso devemos evitar vieses, seja na prática científica, seja no nosso dia-a-dia, embora nem sempre seja fácil. Explique e exemplifique as seguintes situações que estamos sujeitos a ser submetidos:
- Viés de confirmação
- Câmara de Eco
- Viés de retrospectiva
- Viés das mãos quentes
- Viés do jogador f) Efeito de Dunning–Krueger 28 Qual é, afinal de contas, a fonte da normatividade da lógica?